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Grupo de Amigos do Museu Nacional de Arte Antiga - Lisboa

 

Rua das Janelas Verdes

1249-017 Lisboa

Contactos: tel: 213 912 800 / fax: 213 973 703

amigosmnaa@gmail.com

Blogue do GAMNAA:  http://gamnaa.blogspot.com/

Facebook do GAMNAA: http://www.facebook.com/GrupoAMNAA

ESTATUTOS

CAPÍTULO I

Designação, Fins, Sede e Duração

Artigo 1º

O Grupo dos Amigos do Museu Nacional de Arte Antiga, é uma pessoa colectiva de carácter cultural, sem fins lucrativos e de interesse público;

Artigo 2º

A Associação tem por fim contribuir, apoiar e colaborar com o Museu através dos Órgãos Dirigentes deste último, na realização, desenvolvimento e divulgação dos seus programas e fins, e ainda através do desenvolvimento de actividades próprias que possam contribuir de forma independente para aquele objectivo;

Artigo 3º

A Associação tem a sua sede no edifício do Museu Nacional de Arte Antiga, à Rua das Janelas Verdes, enquanto não dispuser de instalações próprias;

Artigo 4º

A Associação durará por tempo indeterminado.

 

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Grupo de Amigos do Museu do Mar - Cascais

 

Av. Marginal, Bloco A - 2º Esq. 

2750-427 Cascais

Contactos: 214 865 836

   Museu do Mar - Rei D. Carlos em Cascais

 

O uso do Mar, e em especial a actividade piscatória está intimamente ligado à história de Cascais nas componentes sócio-culturais e económicas. Neste contexto, a Câmara Municipal de Cascais deu inicio em 1978 à instalação, no espaço do antigo Sporting Clube de Cascais, conhecido também por "Parada", de uma unidade museológica dedicada ao Mar e às gentes que nele labutam e dele dependem, sendo inaugurado em 1992. Em 1997, veio a ser-lhe aposto a designação "...- Rei D. Carlos", em homenagem a este monarca que, além de ter sido ele a autorizar, em 1879, a instalação do referido Clube, foi também um activo fruidor deste mesmo espaço, a que acresce o facto de ser um ilustre pioneiro ao incrementar o conhecimento da moderna oceanografia e da pesca marítima em Portugal.

A localização de Cascais está naturalmente associada às actividades marítimas desde tempos imemoráveis, sendo exemplo disso o facto de no século XIII ter aqui existido um alcaide para as "Cousas do Mar". A baía de Cascais acolheu desde sempre múltiplos tipos de embarcações cujo registo no domínio da arqueologia náutica é de realçar. De notar, segundo alguns autores, que terá sido na baia de Cascais que a frota de Vasco da Gama fundeou, no seu regresso da 1ª viagem à Índia, e por terra terá partido um seu emissário Nicolau Coelho - 1º capitão da frota de Vasco da Gama, para levar a boa nova ao Rei D. João II.

As condições oceanográficas e a de mar e a grande diversidade dos fundos marínhos adjacentes ao Conselho de Cascais, suscitaram desde sempre uma grande diversidade de embarcações, artes e métodos de pesca, fruto da biodiversidade e sazonalidade dos recursos marinhos disponíveis.

A importância das raízes culturais das gentes de Cascais ao Mar, nas suas múltiplas vertentes, está de forma significativa representada na diversidade dos temas das unidades museológicas do Museu do Mar - Rei D. Carlos.

Muitos dos aspectos associados ao meio marinho e às actividades ai desenvolvidas são apresentadas sob diversas formas que vão desde os dioramas, modelos, moldes, pinturas, gravuras, mapas, fotografias e outros processos expositivos até objectos reais passando por elementos multimédia de apoio.

O património cultural existente no Museu do Mar - Rei D. Carlos abrange aspectos como os das Ciências Naturais e do Meio Ambiente até à Etnografia, Antropologia Cultural Subaquática e da Pesca, sendo apresentados modelos com trajes típicos, artes e instrumentos de pesca e ainda um exemplar da "chata de Cascais", e o registo da presença das várias armações de sardinha na costa de Cascais, passando pela Arqueologia Náutica e Subaquática e a Historiografia marítima. Estes processos expositivos contemplam obras de arte, modelos ou exemplares conservados de organismos marinhos e modelos de embarcações em diversas escalas, numa ligação estreita à informação de suporte, e ainda exposições temporárias sobre temas de índole marítima. Como elemento essencial existe uma biblioteca de termos ligados ao Mar e ao Município de Cascais e uma vidioteca, para além de um auditório e de uma sala polivalente, onde são realizadas acções educativas, culturais e de divulgação científica.

De realçar a interligação cultural entre a comunidade piscatória de Cascais e o Museu, que se manifesta nas múltiplas actividades de animação que tem lugar no espaço museológico com a participação directa de elementos da comunidade local, sendo o público-alvo diversificado mas com dominância para os jovens que frequentam as escolas do concelho.

O enquadramento do Museu do Mar - Rei D. Carlos tem hoje uma reforçada justificação face à relevância e prioridade atribuída ao Mar no quadro comunitário e nacional onde se destaca o Relatório da Comissão dos Oceanos de 2004 e agora a Estratégia Nacional para o Mar de 2006, para além de ser o registo de um passado muito relevante no concelho de Cascais sobre a actividade marítima. Tendo em conta a importância da divulgação do tema do Mar, o Museu tem servido de elo de ligação com a comunidade científica de Universidades e Laboratórios do Estado assim como com outras instituições de investigação e desenvolvimento tecnológico.

Os domínios do conhecimento, objecto de divulgação, distribuem-se pela História Natural marítima com colecções de exemplares e moldes de mamíferos, répteis, peixes, moluscos marinhos e aves aquáticas, estes através de exposições que nos dão conta da sua evolução, zoogeorafia, sistemática e notas sobre os seus ciclos de vida, até ao relevo dado à etnografia marítima no tocante aos usos e costumes da comunidade piscatória de Cascais. A historiografia da Pesca vai desde as artes, instrumentos e métodos de pesca, até a uma embarcação em escala real e modelos em diversas escalas, passando pelos registos de elementos pessoais e sentimentos, como os constantes em diversos registos iconográficos, incluindo exemplares (réplicas) de ex-votos marítimos dedicados à Nossa Sr.ª dos Navegantes e Nossa Sr.ª do Porto Seguro de Cascais e o registo da presença histórica de fábricas de conservas de peixe em Cascais. A náutica é representada por modelos de embarcações de recreio, em especial as à vela, com destaque para os registos de regatas na baía de Cascais e instrumentos de apoio à navegação, e segurança no mar. De notar que alguns registos fotográficos ilustram a importância da prática da vela no concelho de Cascais, cujos pergaminhos são sempre de destacar.

Ao Rei D. Carlos, e à sua vivência em Cascais, é dedicada uma sala de exposição onde é apresentada uma colecção de fotografias do monarca e documentos alusivos, incluindo alguns desenhos originais e imagens dos iates "Amélia" nas campanhas oceanográficas dirigidas por este monarca.

A Arqueologia Náutica e Subaquática assume destaque recente pela integração de peças de espólios subaquáticos, como canhões, ferros de fundear de épocas remotas e outros equipamentos, numa exposição denominada "Na Rota dos Naufrágios" onde são reportados aspectos da vivência a bordo, através de objectos, instrumentos de navegação, armamento, mercadorias, etc. recolhidos em sítios arqueológicos onde se deram nos séculos XVI a XVIII diversos naufrágios nas águas do Concelho de Cascais, também conhecida pela "Costa dos Naufrágios", elementos estes de grande significado no tocante ao conhecimento e divulgação da vida a bordo, desde o período da expansão marítima portuguesa, até à pirataria e corso.

O Serviço Educativo, onde se integra o Centro de Documentação e Videoteca,  dá suporte a uma grande variedade de acções de índole educativa, como visitas guiadas, oficinas temáticas e programas didácticos específicos.  

Em 1999, um grupo de cidadãos, afectos a Cascais e ao seu Museu do Mar, decide criar uma associação cívica sob a forma de "Grupo de Amigos do Museu do Mar" (GAMM) que, para além de promover a imagem desta unidade museulógica e fomentar a sua valorização, pretende também encontrar formas de colaboração com a Câmara Municipal de Cascais e os seus munícipes num processo activo que está, inclusive, contemplado na recente Lei-quadro dos Museus Portugueses.

ESTATUTOS

CAPÍTULO I

Artigo 1º

Da Denominação, Natureza e Fins

É constituída uma associação de índole cultural denominada Grupo dos Amigos do Museu do Mar, abreviadamente GAMM, com sede no Município de Cascais.

Artigo 2º

O GAMM tem por finalidade apoio à preservaçao e enriquecimento do património cultural, arqueológico e de História Natural do Museu do Mar, de Cascais, divulgação pública das suas colecções, actividades e potencialidades, e promoção e dinamização de iniciativas de carácter cultural, científico, pedagógico, etnográfico e social, ligadas à vida do Museu e de acordo com o Regulamento e os propósitos do referido Museu do Mar. Trata-se de uma associação civil sem fins lucrativos.

 

CORPOS GERENTES 2012-2013

 

MESA DA ASSEMBLEIA GERAL

Presidente – Profª. Dr.ª.Maria José Rosado Costa

Vice-Presidente – C/AlmiranteLuís Joel Pascoal

Secretários – Dr. RicardoAntónio Alves

Sr. MárioFigueiredo

Drª Ana PegoCarvalho



DIRECÇÃO

Presidente – Dr. CarlosAugusto de Sousa Reis

Vice-Presidente – Prof. Dr.Pedro Barcia Ré

Secretário-Geral – Dª PilarSalazar de Sousa

Secretário – Dr. António JoséSacadura Monteiro

Tesoureiro – Dª. Aldad’Alpuim Santos Costa

Vogais – Dr. João FevereiroMendes

Prof. Dr. RuiBairrão Rosa

Arq. José ManuelVieira Santos

Sr. João Parrachodo Nascimento



CONSELHO FISCAL

Presidente – Prof. Dr. Joséd’Encarnação

Relator – Dr. Carlos Saraivada Costa

Vogal – Sr. Joaquim Aguiar

 

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Círculo Dr. José de Figueiredo | Amigos do Museu Nacional de Soares dos Reis - Porto

 

Palácio dos Carrancas,
Rua D. Manuel II, n.º 44
4050-342 Porto
Contactos: 223393770

ESTATUTOS

(Refusão dos estatutos de 25 de Agosto de mil novecentos e quarenta)

CAPÍTULO I

PRINCÍPIOS GERAIS

ARTIGO 1º - DENOMINAÇÃO E SEDE

UM - É constituída a Associação Círculo Dr. José de Figueiredo, adiante designada por Círculo, o qual incorpora o denominado Círculo Dr. José de Figueirede com existência de facto desde 25 de Agosto de mil novecentos e quarenta.

DOIS - O Círculo tem a sua sede no edifício do Museu Nacional Soares dos Reis, sito na Rua D. Manuel II, Porto.

ARTIGO 2º - FINS

UM -  O Círculo tem como objectivo concorrer para o desenvilvimento da cultura, das artes, a defesa do património cultural, tendo como principal objectivo a progressiva valorização do Museu Nacional de Soares dos Reis.

EXPOSIÇÕES E CONFERÊNCIAS EM 2006

- Exposição da Colecção Brasiliana / Fundação Estudar - "Artistas Viajantes e o Brasil no séc. XIX" - com um ciclo de conferências de 23 de Fevereiro a 13 de Abril

- "Portugal ante o Bloqueio Continental de Napoleão" - Jornadas de estudo a 21 de Novembro

- Exposição - "Dordio Gomes na Colecção de Arte do Millenium BCP"

- Exposição - "Lúmen" de André Gomes

CONFERÊNCIAS EM 2007

- O Visconde de Santarém - em data a designar

- D. Carlos e o seu Tempo - ciclo de conferências de 27 de Setembro a 8 de Novemro - em colaboração com a Faculdade de Letras da Universidade do Porto

Tem-se publicado periodicamente a Revista MVSEU 

 

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Amigos do Museu do Chiado - Lisboa

 

Rua Serpa Pinto, nº 6

1200-444 Lisboa

Contactos: tel 213 432 148-9 / fax 213 432 151

E-mail: amigosmnac.museuchiado@gmail.com

Site: http://amigos.museuartecontemporanea.pt/

Facebook: www.facebook.com/amigosmnac 

ESCRITURA

OS AMIGOS DO MUSEU DO CHIADO

Certifico que, por escritura de 12 de julho de 1955, lavrada de fl. 123 a fl. 124 do livro de notas para escrituras diversas nº 181-C, do 4º Cartório Notarial de Lisboa, foi constituída uma associação sem fins lucrativos denominada Os Amigos do Museu do Chiado, com sede em Lisboa, na Rua Serpa Pinto, 6, tendo como objecto contribuir para a divulgação e dinamização das actividades do Museu do Chiado, promover o enriquecimento das suas colecções, proporcionar a valorização cultural dos seus associados e apoiar a reanimação da zona histórica em que o Museu se situa.

 

 

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Academia Portuguesa de Armas Antigas - Belas

 

Quinta Wimmer

2605-213 Belas

Contactos: tel 214 310 195 / fax 214 313 135

A SOCIEDADE PORTUGUESA DE ARMAS ANTIGAS - PORTUGUESE ACADEMY OF ANTIQUE ARMS, tem como objectivos:

Contribuir, como entidade independente do poder político, para a valorização, preservação e divulgação do Património Artístico e Cultural de Portugal.

 

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Liga de Amigos do Museu Militar do Porto - Porto

 

 

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Grupo de Amigos do Museu de Marinha - Lisboa

 

Fábrica Nacional de Cordoaria

Rua da Junqueira

1300-342 Lisboa

Contactos: tels 213 637 635 / 213 628 354

fax 213 628 354

Nascido nos finais de 1954, o Grupo de Amigos do Museu de Marinha - GAMMA, é uma Associação sem fins lucrativos, constituída por pessoas singulares e colectivas e com uma duração de tempo indeterminada. Divulga o Museu de Marinha de Portugal e contribui para o seu enriquecimento e actualização.

 


ÓRGÃOS SOCIAIS PARA O TRIÉNIO DE 2009/2012



MESA DA ASSEMBLEIA GERAL



Presidente - Contra-Almirante José Luís Ferreira Leiria Pinto

Vice-Presidente - Engenheiro Vasco Roque de Pinho Pinto Basto

Secretário - Comandante Joaquim Ferreira da Silva

Vice-Secretário - Engenheiro Jorge Manuel Moura Vieira Teles


DIRECÇÃO


Presidente - Doutor Rui Manuel Ramalho Ortigão Neves

Vice-Presidente - Comandante João Eduardo da Cunha Belém Ribeiro

Secretário - Comandante Élio Martins de Bastos Figueiredo

Tesoureiro - Comandante Paulo Filipe da Graça Barreiro

Vogais - Senhor José Pedro Katzenstein
   
  - Doutor Carlos Alberto do Nascimento Saraiva da Costa
   
  - Comandante Augusto António Alves Salgado


CONSELHO FISCAL


Presidente - Doutor Alípio Pereira Dias

Vogais - Doutor António Aurélio de Castro Moreira

  - Engenheiro Manuel Lema Pires dos Santos

  

PROGRAMA DA DIRECÇÃO DO G A M M A 2009 - 2012

O Grupo de Amigos do Museu de Marinha, desde a sua fundação até aos nossos dias, constitui-se como uma associação Educativa e Cultural dedicada à divulgação e ao enriquecimento do Museu de Marinha de Portugal, bem como ao estudo da sua actualização permanente. Na qualidade de associação de amigos de um grande museu nacional queremos manter-nos empenhados na sustentação das grandes linhas de acção cultural das instituições museológicas do nosso país, bem como mantermos uma atitude actuante e crítica na linha das correntes de pensamento internacionais da "nova museologia". Só assim poderemos desempenhar, agora como no futuro, o mais importante papel de uma associação de amizade para o desenvolvimento do Museu que servimos, assumindo-nos como uma voz crítica mas sempre construtiva, vinda da sociedade civil e ouvida dentro do Museu com abertura e disponibilidade para o diálogo. Para tal temos que continuar a integrar a nossa associação no panorama cultural nacional e internacional através de convénios e da participação conjuntas com associações nacionais e internacionais congéneres. Sendo estatutariamente uma associação educativa, não pode o GAMMA passar ao lado do maior desafio da sociedade Portuguesa, a qualificação humana dos nossos cidadãos, nomeadamente no que diz respeito aos assuntos do Mar. Não pode igualmente a nossa associação educativa ser indiferente à urgente promoção da formação cívica das nossas jovens gerações, tão alheadas que as deixam hoje as Escolas e os media, relativamente aos valores da identidade nacional, ao orgulho pela nossa história e à relevância do direito internacional emergente. Em relação a estas funções educativas e de cidadania, sabemo-lo nós todos, tem o Museu de Marinha uma responsabilidade inalienável pois disponibiliza ao público que serve um discurso museológico ímpar e poderoso, em relação àquelas matérias. Tal responsabilidade exige de nós que nos organizemos como um verdadeiro serviço educativo em prol do Museu. Sendo também o GAMMA um grupo de amigos intrinsecamente solidário com uma instituição de cultura ao mais alto nível, portadora de um discurso material e imaterial único para a valorização da nossa história como povo marinheiro e imprescindível para a compreensão do papel de Portugal hoje, como gestor e guardião de um imenso mar Atlântico, não podemos deixar de colaborar, com carácter permanente e sistemático, para a promoção crescente da mensagem do Museu de Marinha, em relação àquele desiderato. Em particular a nossa função estatutária de contribuição para a actualização do Museu da Marinha, exige da nossa associação que se organize também com uma forte valência de serviço de investigação, valorizando desta forma o elevado escol de associados, marinheiros e homens de cultura, que o GAMMA se orgulha de integrar. Não memos importante se torna ainda o nosso esforço associativo, no sentido de estimular o enriquecimento cultural dos nossos associados e o seu comprometimento com o progresso do Museu de Marinha. Não basta senti-lo ou dizê-lo, temos todos que mostrar em actos, de acordo embora com a disponibilidade de cada um, que nos queremos bater pela divulgação e crescimento do museu que servimos. Eis em síntese as linhas de força que queremos dinamizar na nossa associação, para cujo plano de concretização, que de seguida apresentamos, pedimos a confiança dos nossos associados, exortando todos a uma participação mais activa em mais esta nossa jornada comum em prol do Museu que servimos.

NOTAS PRÉVIAS 1 - Em todas as iniciativas que envolvam directamente o Museu de Marinha, a Direcção do GAMMA procurará obter, antes do seu arranque, a anuência da Direcção do Museu de Marinha bem como orientará os seus passos no sentido de ir ao encontro dos projectos daquela Direcção.

2 - Os títulos das iniciativas que seguem, decorrem de actividades herdadas da Direcção anterior, a relançar ou a arrancar, estando algumas delas já em marcha.

1 - NOVOS AMIGOS - Dada a alta média etária dos nossos Amigos, a primeira prioridade é dinamizar uma intensa campanha, em várias frentes, de angariação de mais e mais jovens Amigos.

2 - VISITAS CULTURAIS GUIADAS - Gerais ou temáticas, ao nosso Museu e a outras instituições bem como a formação específica de guias profissionais e dentre os Amigos especialmente dentre os que dominem línguas estrangeiras.

3 - CONVERSAS INFORMAIS - Mensalmente como vem ocorrendo com larga afluência de Amigos.

4 - FOTOTECA - Recolha de fotografias ou de espólios fotográficos relacionados com o Mar e sua conservação.

5 - FILMOTECA - Recolha de filmes ou de espólios filmográficos relacionados com o Mar e sua conservação, a serem exibidos no Museu.

6 - RECRIAÇÕES HISTÓRICAS - Com Grupos profissionais destinadas sobretudo aos mais jovens.

7 - EMBARCAÇÕES TRADICIONAIS - Dar continuidade aos Protocolos em Cascais continuando a «Boneca» a treinar jovens, participar em regatas e a colaborar em Encontros além dos passeios para os nossos Amigos e seus familiares.

8 - ARQUEOLOGIA SUBAQUÁTICA - Procurar parcerias ou relançando as existentes envolvendo Amigos mais jovens.

9 - EXPOSIÇÃO «200 ANOS da ORDEM DA TORRE E ESPADA» - 2008 a 2013 - No âmbito das comemorações integrar a Comissão Nacional, patrocinada pela Presidência da República

10 - EXPOSIÇÃO «TINTIN AT SEA» - Em estudo a possibilidade de montar no Museu a exposição apresentada no Museu Naval de Greenwich.

11 - EXPOSIÇÃO BIENAL DE MODELISTAS AMADORES - Na sequência da Exposição realizada no Museu com o apoio do Amigo Eng. Ayala Botto .

12 - EXPOSIÇÃO «EX-LIBRIS DO MAR»

13 - CONCURSO / EXPOSIÇÃO /PRÉMIO BIENAL DE MODELISMO NAVAL - Lançar um concurso de modelismo em torno de um navio nacional em falta no Museu.

14 - CONCURSO / EXPOSIÇÃO / PRÉMIO BIENAL DE FOTOGRAFIA DO MAR - Lançar um concurso de fotografia em parceria com Revistas da especialidade.

15 - CONCURSO /«PRÉMIO ESCOLAR «GAMMA»» - Projecto da iniciativa do Amigo Dr. Hugo Guerra.

16 - «A MINHA ESCOLA ADOPTA UM MUSEU» - Projecto conjunto dos M. Educação e da Cultura

17 - «ESCOLA DE MODELISMO» - projecto da instalação em local visível no Museu duma Escola de Modelismo no sentido de fomentar o Modelismo profissional.

18 - RELAÇÕES EXTERNAS NACIONAIS E INTERNACIONAIS - Desenvolver, relançar ou aprofundar com entidades oficiais e particulares dentro dos objectivos estatutários do GAMMA.

19 - ANIVERSÁRIO DO «GAMMA» - Jantar na 3ª sexta feira de Janeiro.

20 - DIA DOS NOSSOS AMIGOS - Encontro no 1º domingo de Julho.

21 - DIA DE EFEMÉRIDE MARÍTIMA NACIONAL DO ANO - Encontro no 1º domingo de Maio.

22 - RECUPERAÇÃO DE ESTUDOS - Que continuem actuais e por concretizar.

23 - ANGARIAÇÃO DE FUNDOS - Junto de doadores e pela venda de artigos e edições significativas.

24 - DIVULGAÇÃO - Fomentar a divulgação do Museu e do «GAMMA» junto do público

 

 

 

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Grupo de Amigos do Museu Nacional de Arqueologia - Lisboa

 

 Museu Nacional de Arqueologia

Praça do Império

1400-206 Lisboa

Contactos: tel 213 620 000 / fax 213 620 016

www.ipmuseus.pt/arqueologia.htm

mnarqueologia@ipmusues.pt

Constituída em 4 de Novembro de 1999, a Associação denominada de Grupo de Amigos do Museu Nacional de Arqueologia, tem por finalidades:

a) Colaborar com a Direcção do Museu Nacional de Arqueologia na concretização e desenvolvimento das actividades do mesmo;

b) Fomentar através de iniciativas e actividades próprias, tanto entre os seus associados como junto do público em geral, o conhecimento do Museu Nacional de Arqueologia, nas suas diferentes actividades sociasi e valências culturais;

c) Promover, na medida das suas possibilidades, o enriquecimento do acervo do Museu Nacional de Arqueologia, assim como o seu melhor apetrechamento em meios técnicos de trabalho, designadamente, no que respeita a bens museográficos, científicos, didácticos, arquivísticos, laboratoriais e bibliográficos

 

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Associação de Amigos do Museu Etnográfico da Madeira - Ribeira Brava

 

 

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Liga de Amigos da Casa-Museu Mestre João da Silva - Lisboa

 

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Amigos da Casa-Museu João Moreira - Vila Nova de São Pedro - Azambuja

 

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Grupo de Amigos de Montemor-o-Novo - Montemor-o-Novo

 

 

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Liga de Amigos do Museu Escolar - Marrazes - Leiria

 

 

Morada:

Largo da Feira dos 18 - Marrazes

2415-690 Leiria

 

Telefone: 244 812 701

Fax: 244 812 701

E-mail: museuescolar@museuescolar.pt

Site: www.museuescolar.pt

 

A Liga de Amigos do Museu Escolar, tem como objecto:

1. Angariar e gerir fundos de apoio às iniciativas do Museu;

2. Recolher, conservar e expor publicamente motivos de carácter cultural e etnográfico, particularmente ligados à memória histórica do ensino na freguesia de Marazes;

3. Promover iniciativas de carácter cultural, pedagógico e lúdico ligadas ao museu


 

Mesa da Assembleia-geral

  Mapril J. Gomes Bernardes

  Acácio Moreira da Bárbara

  Catarina Rodrigues Oliveira

 

Conselho Fiscal

  Fernando Caseiro Vendeirinho

  Manuel António Caseiro

  Odete Santos Martins

 

Direcção

  João Cunha

  António Luís Santos

  Maria dos Santos Gambôa Paixão

  Manuel Domingos Gregório

  Carlos Vieira

 

 

 

 

 

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Associação de Amigos do Museu Nacional Ferroviário - Entroncamento

 

Rua Latino Coelho, nº 46

2330-174 Entroncamento

Contactos: http://amf.cp.pt

amigosmnf@gmail.com

ESCRITURA

Certifico que, por escritura de 10 de Janeiro de 2002, lavrada de fl. 11 a fl. 13 do livro de notas para escrituras diversas nº 117-F do Cartório Notarial de Rio Maior, foi constituída uma associação denominada AMF - Associação de Amigos do Museu Nacional Ferroviário, com sede no edifício Museu Nacional Ferroviário, estação dos caminhos-de-ferro, freguesia e concelho do Entroncamento, e tem por objecto:

1) Defesa e promoção do Museu Nacional Ferroviário;

2) Investigação e recolha de elementos históricos ligados à ferrovia;

3) Divulgação e publicação de documentação relativa à museologia ferroviária;

4) Divulgação e comunicação de efemérides;

5) Elaboração de uma publicação periódica sobre a actividade do Museu Nacional Ferroviário e temática ferroviária.

Está conforme o original.

11 de Janeiro de 2002 - A Notária, Ana Cristina Bento Rolo

(in Diário da República - III Série Nº 66 - 19 de Março de 2002)

 

ÓRGÃOS SOCIAIS - 2007-2010

(A.G. 17/11/07)

 

ASSEMBLEIA GERAL/PRESIDENTE: Dr. António Ferreira

CONSELHO FISCAL/PRESIDENTE:Luís Alberto dos Santos Silva

DIRECÇÃO/PRESIDENTE: José Eduardo Neto da Silva

 

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Associação Divulgadora da Casa-Museu Abel Salazar - S. Mamede de Infesta

 

 Rua Dr. Abel Salazar, s/n

4465-012 S. Mamede de Infesta

Contactos: tel 229 039 826 / fax 229 039 828

cmuseus@reit.up.pt

A Casa-Museu Abel Salazar é uma instituição de utilidade pública, sem fins lucrativos. É património da Universidade do Porto, sendo gerida desde 1989 pela Associação Divulgadora da Casa-Museu Abel Salazar.

Em Assembleia Geral Eleitoral de 29 de Abril de 2006, foram aprovados os seguintes Corpos Gerentes para o triénio 2006/2008:

Direcção

Presidente: Eng. Pedro Saavedra

Vice-Presidente: Prof. Doutor António Cardoso

Vogal: Eng. Artur Santos Leite

Vogal: Prof. Doutor António Pedro Pita

Vogal (Tesoureira): Dra. Maria Luísa Garcia Fernandes

Assembleia Geral

Presidente: Dr. Artur Santos Silva

1º Secretário: Prof. Doutor Nuno Grande

2º Secretário: Dra. Maria Branca de Lemos

Conselho Fiscal

Presidente: Dr. Joaquim Armando

Relator: Arq. João Resende

Vogal: Prof. Doutora Maria de Lurdes Silva

 

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Liga dos Amigos do Museu Militar - Lisboa

 

 

LIGA DOS AMIGOS DO MUSEU MILITAR




1. APRESENTAÇÃO:


A LAMM nasceu em Junho 2001 em Assembleia-Geral Constituinte. Em Dezembro desse mesmo ano segue-se o acto formal de constituição, ao abrigo do despacho do Chefe de Estado - Maior do Exército, e acordo do Ministério da Defesa Nacional.
Em 2002 inicia-se a sua actividade institucional e associativa com a eleição dos corpos sociais e realiza-se a primeira Assembleia-Geral da Liga.
Em 2004 é comunicado através do Gabinete do Chefe de Estado Maior do Exército a autorização para instalar a sede da associação numa dependência do Edifício da “ Fundição dos Canhões PM 50/Lisboa, facto que originou uma cerimónia singela mas de especial significado em 27 OUT04, nas Arcadas Manuelinas do Museu.
Contando com apenas 5 anos de existência é membro efectivo da FAMP desde de 2003 conta com mais de uma centena de sócios fundadores e efectivos, de todo o espectro da sociedade, em especial com nomes de maior relevo da família militar e castrense bem como agentes culturais da nossa sociedade.
Note-se o papel decisivo no apoio às actividades intrínsecas do Museu bem como o acompanhamento de todo o processo de reestruturação do Exército e seus impactos na gestão interna desta instituição agora na dependência da recente Direcção de História e Cultura Militar.(DHCM)

2. MORADA

Sede:
Edifício da Fundação de Cima,
Campo de Santa Clara n.º 62
1100 – 471 Lisboa

Contactos:

Helena Maciel
Vogal da Direcção
e- mail – hmaciel@portugalmail.pt
934437409

Major António Mendonça
Secretário
João Diogo
Tesoureiro



3. ESTATUTO DA LIGA DOS AMIGOS DO MUSEU MILITAR

Capítulo I
(artigo 1.º)
O presente estatuto é aplicável à Liga dos Amigos do Museu Militar, em Lisboa, que está afecto ao Exército.


(artigo 2.º)
Constitui objectivo da liga contribuir para o enriquecimento do património do museu e para uma maior divulgação da sua actividade e missão.


(artigo 3.º)
A constituição da Liga foi autorizada por despacho do Chefe de Estado- Maior, sob proposta do director do Museu, depois de ouvido o comando ou chefia de que depende.


Capítulo II

Quem pode ser nosso Sócio?


(artigo 7.º)

1- Os sócios da Liga agrupam-se nas seguintes categorias:
a) Sócios por inerência;
b) Sócios honorários;
c) Sócios de mérito;
d) Sócios correspondentes;
e) Sócios efectivos.



2. O chefe de Estado - Maior do Exército é sócio por inerência da Liga.

3. Sócios por inerência são ainda o Comandante do Comando Territorial, onde a Liga tem a sua sede, (Lisboa), a hierarquia de chefia administrativa (Direcção) da qual depende o Museu Militar e o seu respectivo Director.

4. São sócios honorários individualidades a quem a assembleia-geral conceder essa atribuição.


5. São sócios de mérito os membros a quem a assembleia-geral conceder essa qualidade, em apreço e gratidão pela actividade desenvolvida na prossecução dos objectivos da Liga.

6. São sócios correspondentes aqueles que, a convite da direcção, colaborem com a Liga no desenvolvimento de actividades queue visem a prossecução dos seus objectivos.

7. São sócios efectivos aqueles que se candidatem, mediante proposta assinada por si e por três sócios da Liga, e cuja admissão seja autorizada pela Direcção vigente.


(Artigo 10.º)

Quota e Jóia

O valor da quota mensal e da Jóia a pagar pelos sócios efectivos é estabelecido em Assembleia-Geral.
25 € (anual)


Capítulo III (artigo 15.º)

4. Os Corpos sociais da Liga são:

a) Assembleia - Geral;
b) A Direcção;
c) O Conselho Fiscal
d) O Conselho Consultivo.


CORPOS SOCIAIS DA LIGA DOS AMIGOS DO MUSEU MILITAR 2006-2008



Mesa da Assembleia-Geral

Presidente: Dr. Augusto Martins Ferreira do Amaral
Vice - Presidente: Dr. Luís Castro Santos
1.º Secretário: Dr. Vasco Alberto Ribeiro Soares da Veiga
2.º Secretário: Tenente - Coronel José Manuel Pedroso da Silva

Direcção:
Presidente: Dr. José Maria Cunha-Rego Amorim
Vice- Presidente: Coronel Fernando José Pinto Simões
Secretário: Major Cav António Manuel Martins Mendonça
Tesoureiro: João Manuel Sobreira Diogo




Vogais:

Dr. João Eduardo da Cunha Bellem Ribeiro
Dr. Ricardo Manuel de Carvalho Varandas dos Santos
Mestre João Miguel Dias Maia
Dr.ª Helena Maria Amorim Maciel


Conselho Fiscal

Presidente: Dr. Rui Carlos Alvarez Carp
Secretário TCOR Nuno Correia Barrento Lemos Pires
Relator: Dr José Carlos de Salles e Meireles
Relator Suplente: Sr. José Maria Pottier Lima e Amorim

Conselho Consultivo
Inerência


Dr. Augusto M. Ferreira do Amaral
Cor Manuel José Marques Ribeiro de Faria
Dr. José Maria Cunha Rego Amorim
Dr. Rui Carlos Alvarez Carp


Escolha

GEN Gabriel Augusto do Espírito Santo
GEN António Eduardo Queiroz Martins Barrento
TGEN Vasco Joaquim Rocha Vieira
MGEN António Rodrigues Graça
COR Manuel Antunes Borges Correia
Sr. Rainer Daehnhardt
Dr. Pedro Soares Franco de Avillez
Arq. José Maria Cunha – Rego Lobo de Carvalho
Dr. Manuel Beirão da Cunha – Rego
Eng. José António Faria de Sousa e Silva












PROGRAMAS ESTRUTURANTES DA LAMM

(A) Programa de parcerias com os serviços do Estado e as Instituições cívicas e patrióticas congéneres.


1. Organização de uma rede de Serviços Educativos para os Museus Militares e Colecções visitáveis das Unidades/Serviços.

• Concepção, construção, experimentação e avaliação dos circuitos de exposição para Jovens nos Museus Militares;
• Apoiar e promover a concretização do processo de candidatura dos Museus Militares à rede Portuguesa de Museus
• Promover visitas guiadas por voluntários;
• Planear em conjunto com o Museu a produção de roteiros pedagógicos;
• Construção de Malas pedagógicas, vocacionadas para a população escolar, usando Kits e réplicas de espólio do Museu.
• Promover Acções de Formação Contínua de Professores, nas áreas de História e da Educação Cívica.
• Promover exposições em parceria e itinerantes.


2. Participação dos Museu Militares, dos seus Grupos de Amigos e de Associações cívicas e patrióticas, nas comemorações Nacionais do Bicentenário das Guerras Peninsulares

A Direcção da LAMM e representantes dos seus mais directos parceiros foram recebidos em 2006 pela Comissão do Ministério da Defesa para as Comemorações dos 200 Anos da GP.

A LAMM entidade promotora da proposta de recriação histórica, do embarque da Família Real e Partida para o Brasil da Coroa Portuguesa, ganha corpo enquanto ponto alto das comemorações no ano 2007 acabando por ser uma iniciativa abraçada por outras associações, instituições e organismos que se associaram a fim de concretizar este grande objectivo.

Ainda no âmbito do programa das comemorações dos 200 anos da GP a LAMM em 31 de Janeiro de 2007 teve no Colégio Militar numa exibição de actividades de motivação dos alunos d 4.º ano do CM, para o Tema das Comemorações do Bicentenário da Guerra Peninsular. A LAMM foi uma Associação convidada a organizar o evento. Montou no CM uma exposição cronológica didáctica da Guerra Peninsular, organizou uma exposição de falerística da época, montou uma exposição de espólio da guerra peninsular a partir de colecções particulares, animou uma secção interactiva de reconstituição das batalhas da época, sessões de filmes, etc.















(B) PROGRAMA DE COLABORAÇÃO COM O MUSEU MILITAR

1. Disponibilizar recursos humanos e técnicos da LAMM, para participarem nos programas de fundo do MM.

2. Em pareceria com o Centro de Estudos de Cidadania e Defesa da Liga dos Combatentes, Associação de Professores de História, Associação Napoleónica Portuguesa, Associação de Jogos de Simulação de Portugal e a Sala de Armas Espada Lusitana.

3. Procurar obter para o Museu Militar, doações, peças museológicas ou testemunhos com interesse histórico militar.

4. Proceder a animações dentro do espaço do Museu através do Núcleo de Recriação Histórica Militar e Núcleo de Jogos de Simulação Militares.



Mesa didáctica – Associação Napoleónica Portuguesa

5. Propor novas exposições temáticas e temporárias ao MM dando continuidade ao trabalho já efectuado desde 2004.

Exposições: “Orgulho no Uniforme, Elogio do Comando” patente no Forte do Bom Sucesso da Liga dos Combatentes em 2005.“ Promover a Cidadania Portuguesa, Participar na Defesa de Portugal”, em pareceria com CEACCD da Liga dos Combatentes, juntamente com um programa de animação para jovens, assente em 4 estações com os seguintes temas:
- Portugal em Missões de Paz no Mundo
- Capacidade e Reequipamento das Forças Armadas Portuguesas.
- Direitos Humanos e Missões de paz
- Símbolos de Portugal e figuras de Identidade Nacional







LINHAS DE ACÇÃO ESTATUTÁRIAS:

1. Implementar dinâmicas de valorização do património imaterial e material do Museu Militar;
2. Sustentação de linhas de acção cultural e institucional museológicas, bem como pesquisa e intercâmbio com a política cultural portuguesa e com as instituições internacionais que se empenham em prestigiar a Defesa Militar dos Estados e a Segurança.
3. Incentivar e criar sinergias no âmbito da educação para a Cidadania e Defesa;
4. Defender valores e tradições culturais, preservação da soberania do Estado e da Independência Nacional.
5. Prestigiar as Forças Armadas e os símbolos de unidade e identidade nacional.
6. Compromisso: “ Promover e estimular a elaboração de estudos e a edição de Publicações; Promover reuniões, exposições, cursos, concursos e outras actividades…”.
7. Desenvolvimento de iniciativas para enriquecer o património imaterial, quer as colecções do Museu, bem como prestar à sua Direcção toda a colaboração que seja solicitada.
8. Criar programas de apoio e benefícios aos sócios da LAMM (desconto de 20 % na aquisição dos livros da Colecção Batalhas de Portugal)


PLANO DE ACTIVIDADES – 2007


1. Afirmação da Liga dos Amigos do Museu Militar no panorama associativo e museológico nacional.
2. Novo ciclo de empenhamento da LAMM na Cooperação com o Museu Militar.
3. Dar continuidade aos trabalhos de colaboração com a Federação dos Amigos dos Museus de Portugal, nomeadamente participando nos seus eventos, encontros. Divulgar as nossas actividades no Site da FAMP no sítio reservada aos membros e notícias.
4. Dar continuação a dois projectos em curso “ A REDE DE SERVIÇOS EDUCATIVOS DOS GRUPOS DE AMIGOS AO SERVIÇO DOS MUSEUS MILITARES. PARTICIPAÇÃO DOS MUSEUS E GRUPOS DE AMIGOS NOS 200 ANOS DA GUERRAPENINSUL








 

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Amigos do Museu Nacional do Azulejo - Lisboa

 

Rua Madre Deus, nº 4

1900-312 Lisboa

Contactos: tel 217 823 421 / fax 217 823 032

mnazulejo@ipmuseus.pt

 

 

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Liga dos Amigos do Museu de Macau - Lisboa

 

 

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Amigos do Solar Conde de Resende Confraria Queirosiana - Vila Nova de Gaia

 

 

Amigos do Solar Condes de Resende - Confraria Queirosiana

Solar Condes de Resende

Travessa Condes de Resende, 110

4410-264 CANELAS - VNGAIA - PORTUGAL

Tel.227531385; fax: 227625622     tlm. 968193238    email:  queirosiana@gmail.com                   confrariaqueirosiana.blogspot.com    /    eca-e-outras.blogspot.com 

 

ESTATUTOS

Criada em 2002, constituem objectivos da associação  cultural de Amigos do Solar Condes de Resende - Confraria Queirosiana - ASCR-CQ a difusão, promoção e consolidação do renome mundial de Eça de Queiroz e da sua Obra; o enriquecimento do património do Solar Condes de Resende como casa queirosiana internacional; manter uma Confraria Queirosiana como elo de união entre todos os admiradores, estudiosos e promotores da obra de Eça de Queiroz.

Tendo em conta os objectivos a prosseguir, a ASCR-CQ desenvolve actividades diversas, de que se salientam:

•·         Edição e divulgação de trabalhos sobre Eça de Queiroz e a sua obra;

•·         Organização de palestras, conferências, cursos e exposições sobre temas queirosianos;

•·         Realização de viagens e itinerários culturais;

•·         Promoção de trabalhos arqueológicos, antropológicos, históricos, patrimoniais, artísticos e literários;

•·         Divulgação do Solar Condes de Resende como casa queirosiana;

•·         Edição da Revista Portugal;

•·         Realização, no dia 25 de Novembro ou no sábado anterior, do Grande Capítulo Queirosiano;

•·         Realização de protocolos com instituições que tenham objectivos culturais semelhantes dos ASCR-CQ;

•·         Obtenção, quer através de doações ou depósitos permanentes, quer adquirindo, pelos seus fundos ou com a contribuição de outras entidades, espécimes arqueológicos, antropológicos, históricos e literários e artísticos ou quais quer outros testemunhos com interesse patrimonial para as colecções do Solar Condes de Resende;

•·         Colaboração com as entidades autárquicas e outras na divulgação dos estabelecimentos culturais existentes no município.

Para o efeito foram criadas as Comissões Especiais:

            - Confraria Queirosiana;

            - Revista Portugal;

            - Gabinete de História, Arqueologia e Património;

            - Comissão de Itinerários queirosianos;

            - Academia Eça de Queirós

           

Edições próprias:

 

            GUIMARÃES, J. A. Gonçalves (2004) - Confraria Queirosiana. Vila Nova de Gaia:

                   ASCR-CQ.

             Revista de Portugal, n° 1,2004; direcção de Luís Manuel de Araújo. Vila Nova de Gaia:

                   ASCR -CQ.

             Eça & Outras, página dos ASCR-CR; direcção de J. A. Gonçalves Guimarães. In O

      Primeiro de Janeiro, n° 1, 25 de Novembro de 2004 (Mensalmente, no dia 25, é   publicada, no jornal O Primeiro de Janeiro, uma página da responsabilidade dos ASRC-CQ).

 

Outras edições:

 

             ARAÚJO, Luís Manuel (2002) - Imagens do Egipto Queirosiano - Recordações da jornada oriental de Eça de Queiroz e o Conde de Resende em 1869. Vila Nova de Gaia: ASCR-CQ e Gaianima EM.

           

 GUIMARÃES, J. A. Gonçalves e CORREIA, Ana Filipa (2000) - Roteiro queirosiano de Vila Nova de Gaia. Vila Nova de Gaia: Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia/Solar Condes de Resende

 

Protocolos Assinados:

      - Associação de Amizade Portugal-Egipto;

      - Gaianima, EM;

      - Edições Gaialivro, SA;

      - O Primeiro de Janeiro;

      - Ateneu do Porto.

 

                                                                                                                                                               A verdadeira ligação de Eça de Queiroz ao Solar Condes de Resende descreveu-a o escritor numa carta que a 28 de Julho de 1885 envia de Londres a Manuel de Castro Pamplona, Conde de Resende, e na qual afirma: "A minha afeição por tua irmã não foi improvisada o ano passado, na Granja e na Costa Nova. Data de uma ocasião mais antiga, de quando eu te fui ver a Canelas...".

      A esta Casa voltará várias vezes a visitar seu cunhado, que aqui passa a residir na última década do século XIX, e mesmo sua mulher e filhos, que por aqui se demoram algumas vezes durante a sua ausência no estrangeiro.

      Desde 1995, ano queirosiano que comemorou os 150 anos do nascimento de escritor, que esta Casa queirosiana de Gaia recorda o seu aniversário.

 

O Solar Condes de Resende, a Casa queirosiana de Gaia

 

«Esta casa senhorial, antigamente conhecida como Quinta da Costa, localiza-se em Canelas no lugar de Negrelos, datando a notícia mais antiga, sobre a propriedade, do ano 1042. Tendo sido adquirida em 1982 pela autarquia é administrada pela GAIANIMA, EM.

À sua história estão ligados os nomes de Tomé da Costa, influente fidalgo dos finais do século XVII; o mestre de campo Tomé da Silva Baldaia (séc. XVIII); Manuel Pamplona Carneiro Rangel Veloso Barreto de Miranda e Figueiroa, 10 visconde de Beire e comandante do Regimento de Infantaria 18 durante a Guerra Peninsular. A filha deste último, D. Maria Balbina Pamplona Carneiro Rangel, casou com o 4° Conde de Resende, D. António Benedicto de Castro, neto do 130 vice-rei do Brasil, passando a propriedade a integrar o património desta família.

Para além do complexo edificado, é aqui notável o Jardim das Camélias, e a estátua em bronze de Eça de Queiroz da autoria do escultor Helder de Carvalho. Os diversos edifícios acolhem o Núcleo Museológico de Arqueologia, o Centro de Documentação, composto por Biblioteca especializada e Arquivo Condes de Resende, e a Colecção Marciano Azuaga, dispondo ainda de salas de exposições temporárias, e modernas instalações para congressos e outros eventos culturais.

Adquirida pela Câmara de Gaia em 1982 para Casa Municipal de Cultura, destinada às áreas de Arqueologia, História, Antropologia Cultural e Património, aqui persiste a memória do escritor e dos seus antigos proprietários. Desde 1995 que aqui se encontra o arquivo referido por Eça de Queiroz em A Ilustre Casa de Ramires, o qual foi igualmente adquirido pela autarquia aos seus herdeiros tendo vindo a ser enriquecido com incorporações posteriores.

Na programação anual destacam-se as festas do solstício de Verão e as comemorações queirosianas em Novembro, para além de actividades quotidianas naqueles domínios da investigação científica relacionados com o Município e a região envolvente e afinal com todo o Mundo com quem a história da Casa e as suas colecções a relacionam.» (GUIMARÃES, Gonçalves 2004, 5).

 

                                                                                     ESTATUTOS

DO TÍTULO, SEDE E OBJECTIVO

ARTº 1º

O presente artigo aplica-se à associação cultural sem fins lucrativos denominada Amigos do Solar Condes de Resende, Confraria Queirosiana - nos artigos seguintes designada por ASCR-CQ, constituída pelos outorgantes da escritura de constituição e pelos demais associados que vierem a ser admitidos nos termos destes estatutos;

ARTº 2º 

A ASCR-CQ tem a sua sede no Solar Condes de Resende, Canelas, Vila Nova de Gaia, podendo ser mudada para outro local por deliberação da assembleia geral.               

Parágrafo único: o disposto no corpo deste artigo não prejudica a realização de manifestações da ASCR-CQ noutros locais.

ARTº 3º   

Constituem objectivos da ASCR-CQ a difusão, promoção e consolidação do renome mundial de Eça de Queiroz e da sua Obra; o enriquecimento do património do Solar Condes de Resende como Casa queirosiana internacional; manter uma Confraria Queirosiana como elo de união entre todos os admiradores, estudiosos e promotores da obra de Eça de Queiroz. 

ARTº 4º   

Tendo em conta os objectivos a prosseguir, a ASCR-CQ deve, entre outras, desenvolver as seguintes tarefas:

a)              Promover a elaboração, edição e divulgação de trabalhos sobre Eça de Queiroz e a sua Obra;b)              Manter uma Confraria Queirosiana como forma de união entre todos os admiradores, estudiosos, promotores e protectores da Obra de Eça de Queiroz.c)              Organizar palestras, conferências, congressos, cursos, concursos, exposições e qualquer outro tipo de eventos e manifestações sobre temas queirosianos;d)              Promover viagens e itinerários culturais, bem assim como trabalhos arqueológicos, antropológicos, históricos, patrimoniais, artísticos e literários sob qualquer forma de expressão;e)              Divulgar por todos os meios adequados o Solar Condes de Resende como Casa Queirosiana Internacional;f)               Manter relações com todas as instituições que tenham objectivos culturais semelhantes;g)              Procurar obter, quer através de doações ou depósitos permanentes, quer adquirindo, pelos seus fundos ou com a contribuição de outras entidades, espécimes arqueológicos, antropológicos, históricos, literários e artísticos ou quaisquer outros testemunhos com interesse patrimonial para as colecções do Solar Condes de Resende;h)              Prestar à direcção do Solar Condes de Resende toda a colaboração que lhe seja solicitada.i)     

Resumo publicado no Diário da República, III série nº 80 de 4 de Abril de 2003.         

    

Corpos Gerentes 2010/2011

 

Mesa da Assembleia Geral

 

Presidente: César Fernando Couto Oliveira - 87

Secretários: José António Martin Moreno Afonso - 25

                      Maria Amélia Traça Machado - 197

Secretários suplentes: Antónia Alexandra Nunes Vieira Queiroz - 244

                                        Nuno Miguel de Resende Jorge e Mendes - 101

 

 

Direcção

 

Presidente: José Manuel Alves Tedim . 28

Vice-presidente: Luís Manuel de Araújo - 27

Secretário: Joaquim António Gonçalves Guimarães - 01

Tesoureiro: Amélia Maria Gomes Sousa Cabral - 06

Vogais: Carlos Alberto Dias de Sousa - 22

              José Simões Fernandes Duarte - 53

              Maria de Fátima Teixeira - 66

Vogais suplentes: Henrique Manuel Moreira Guedes - 98

                               José Luís Pereira Gonçalves - 161

 

 

Conselho Fiscal

 

Presidente: Nelson Joaquim Sousa Silva Cardoso - 91

Secretário: Manuel Filipe Tavares Dias de Sousa - 02

Relator: Virgília Braga da Costa - 198

Relator Suplente: Ilda Maria Oliveira Pereira de Castro - 256

 

 

 

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Sociedade dos Amigos do Museu Francisco Tavares Proença Júnior - Castelo Branco

 

Largo Dr. José Lopes Dias

6000-462 Castelo Branco

Contactos: tel 272 344 277 / fax 272 347 880

samtap.jr@gmail.com

960039581 .

A Sociedade dos Amigos do Museu de Francisco Tavares Proença Júnior - SAMFTPJ, é uma associção sem fins lucrativos, de apoio à cultura da região em que se insere, e foi criada por escritura pública de 18 de Setembro de 2003. Tem como principais objectivos:

Colaborar com a Direcção do Museu de Francisco Tavares Proença Júnior na concretização e desenvolvimento das actividades do mesmo;

Promover na medida das suas possibilidades o enriquecimento do acervo do Museu;

Manter relações com todas as pessoas e entidades julgadas relevantes para a prossecução das suas finalidades.

 


CORPOS SOCIAIS DA SAMFTPJ PARA O TRIÉNIO 2016/2018


MESA DA ASEEMBLEIA GERAL


Presidente: Artur Lopes Cardoso – sócio nº 235


Vice-Pres.: Alfredo da Silva Correia – sócio nº 14


Secretário: paulo Alexandre Martins Moradias – sócio nº 353


Suplentes: Maria Barbara Abrunhosa – sócia honorária nº 195


               : Nuno Guardado Moreira Castel-Branco – sócio nº 54


              : António Manuel Barata Salgueiro Dionísio – sócio nº 32


 


CONSELHO FISCAL


Presidente: Otília Duarte – sócia nº 145


Vogal: José Manuel Afonso Reis – sócio nº 84


        : Sílvia da Conceição Robalo Moreira – sócia nº 333


Suplentes: Mª do Céu Henriques dos S. Pires Varão – sócia nº 125


                 : Lúcia do Rosário Lima Alves – sócia nº 276


 


CONSELHO DIRETOR


Presidente: Maria Adelaide Salvado – sócia nº 109


Vice-Pres.: Maria Filomena Domingues Nisa – sócia nº 3


Tesoureiro: Hermann Scheufler – sócio nº 63


Secretário: Maria Rosário Antunes Afonso – sócia nº 146


Vogal : Mª José Barata Batista – sócia n~º 302


         : Pedro Miguel Neto dos Santos Forte Salvado – sócio nº 288


Suplentes: Deolinda Jesus Pires Taborda dos Santos – sócia nº 306


                : Vera Lucia Casteleiro Belo Neves – sócia nº 361


                : Maria da Graça Tremoceiro Gordo Ramos – sócia nº 120


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 

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Grupo de Amigos do Museu do Caramulo - Caramulo

 

Os Amigos do Museu do Caramulo são a aproximação real ao museu e às suas actividades, assim como uma forma de contribuição activa para o seu crescimento através da angariação de fundos.

O seu apoio é fundamental para o crescimento e divulgação das colecções patentes no Museu do Caramulo, assim como para a promoção das actividades pedagógicas.

Ao tornar-se Amigo do Museu do Caramulo, estará a associar-se a um projecto cultural de interesse colectivo, que estando fora dos grandes centros urbanos, assume uma ainda maior importância.

Museu do Caramulo

Rua Jean Lurçat,nº 42

3475-031 Caramulo

Contactos: info@museu-caramulo.net

www.museu-caramulo.net

 

 

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Associação Portuguesa dos Amigos dos Castelos

 

Sede de Honra

Forte de São Bruno - Caxias

2760-057 Oeiras

Secretariado

Rua Queirós de Barros, nº 20 - 2º

1100-077 Lisboa

Contactos: tel 218 885 381 / fax 218 885 342

http://www.amigosdoscastelos.org.pt/

geral@amigosdoscastelos.org.pt

A Associação Portuguesa dos Amigos dos Castelos é uma Organização Não Governamental constituída em 1983 que tem por objectivo a defesa, protecção e valorização do património natural e construído, com ênfase para o património monumental fortificado, os sítios históricos e as suas envolventes ambientais e culturais.

Corpos Sociais para o biénio 2006-2007

Mesa da Assembleia Geral
Presidente: Humberto Baquero Moreno, Prof. Dr.
Vice-Presidente: Ana Maria Almeida Rodrigues, Prof. Dr.ª
1º Secretário: Maria Luisa Rosendo Cabral, Dr.ª
2º Secretário: Carlos Manuel Oliveira Felício, Dr.
3º Secretário: Joaquim Gonçalves Guimarães, Dr.

Conselho Fiscal
Presidente: Francisco M.V. Solano d'Almeida, Arqto.
Vogal: Miguel António Fradique da Silva, Cor.
Vogal: José Manuel Alves Montalvão da Cunha

Direcção
Presidente: Francisco de Sousa Lobo, Eng.º
Vice-Presidente: António Sérgio Maciel Menéres, Arqto.
Vice-Presidente: José Manuel Mascarenhas, Prof. Dr.
Vice-Presidente: José Charters Monteiro, Arqto.
1º Secretário: Maria Júlia Marques Santos Jorge, Dr.ª
2º Secretário: João Paulo Ferreira da Silva, Dr.
Tesoureiro: António Manuel Rosas Leitão, Eng.º
Vogal: Carlos Alberto dos Santos, Dr.
Vogal: Maria Natália Madureira, Arqta.
Suplente: Alfredo Magalhães Ramalho, Dr.
Suplente: Fernando Branco Correia, Dr.
Suplente: Fernando Severino Lourenço, Dr.

 

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Associação Amigos de Monserrate

 

Associação Amigos de Monserrate 

Parque de Monserrate 

2710-405 SINTRA

Tel: 219 109 065

 

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Grupo de Amigos do Museu do Oriente

 

Fundação Oriente

Rua do Salitre, 66

1269-065 Lisboa

Tel: 213585200

 Contactos:

Maria Otília Medina

Tlm: 934213191

Fax: 213900078

E-mail: mo.medina@netcabo.pt

 

ORGÃOS SOCIAIS DO GRUPO DE AMIGOS DO MUSEU DO ORIENTE

 PARA O TRIÉNIO 2014-2017

Mesa da Assembleia Geral

Presidente - Luis Brito Correia

Vice-Presidente - Renée Gomes

Secretário - Maria João Sande Lemos

 

Direcção

Presidente - Maria Otília Medina

1ª Vice-Presidente - Maria do Rosário Alvellos

2ª Vice-Presidente - Luisa Abecassis Costa Pereira

 

Vogais - Ilda Rosa Ferreira Curado             

                Ana Duarte Gonçalves

Vogal Suplente -  Teresa Monjardino

 

Secretária Geral - Fenella de Freitas Bhawnani

Tesoureiro - Maria Gabriela Borrego

 

Conselho Fiscal

Presidente - Moisés Cardoso

Vogais - Licínio Cunha

                Domingos Rebelo de Andrade

 

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Associação de Amigos do Museu Municipal de Penafiel

 

 

 

ESTATUTOS

CAPITULO I

Principios Gerais

Artigo 1º

(Denominação, duração, sede e âmbito)

 

1 - É constituída e por tempo indeterminado a Associação de Amigos do Museu Municipal de Penafiel, adiante designada por Associação

2 - A Associação tem sede nas instalações do Museu Municipal de Penafiel, Rua do Paço, s/n

3 - A Associação exerce a sua actividade no concelho de Penafiel e na respectiva região

Artigo 2º

(Fins)

1 - A Associação tem como objectivos contribuir para o estudo, preservação, protecção e divulgação do Património Cultural do Vale do Sousa e Baixo Tâmega e apoiar Museu Municipal de Penafiel

(...)

CAPÍTULO III

Órgãos da Associação

Artigo 8º

(Órgãos)

São Órgãos da Associação

a) A Assembleia Geral

b) A Direcção

c) O Conselho Fiscal

(...)

 

 

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Grupo de Amigos do Museu da Pólvora Negra

 

 

GAMPN  - Grupo de Amigos do Museu da Pólvora Negra
Fábrica da Pólvora de Barcarena
Estrada das Fontainhas
2730-085 BARCARENA
TLF: 210977422 / FAX: 210977425
E-mail: gampn10@gmail.com / secretariado@gampn.prg
 


Corpos Sociais eleitos para o triénio 2016 – 2018

 

Assembleia-Geral

CARGO

 

NOME

Presidente Da Assembleia-Geral

José António Martins Victorino

1º Secretário

Mónica da Anunciata Duarte de Almeida

2º Secretário

Maria E. C. Aguiar Lança-Coelho

 

 

Conselho Fiscal

CARGO

 

NOME

Presidente do Conselho Fiscal

Teresa Tomás Rosa Marques

Secretário

Fernando Santos Afonso

Vogal

Luís Augusto Nunes Rocha

 

 

Direcção

CARGO

 

NOME

Presidente da Direcção

Fernando dos Anjos Valério

Secretário-Geral

Maria José Guertas Alexandre

Tesoureiro

José Moreira Florêncio

1º Vogal

Maria Filomena Oliveira R. Ribeiro

2º Vogal

José António de Freitas Campos

 

 

 Assembleia-Geral em Barcarena, 25 de Janeiro de 2016


 

Grupo de Amigos do

Museu da Pólvora Negra

ESTATUTOS

CAPÍTULO I

Designação, Fins, Sede e Duração

Artigo 1º

Denominação, natureza e duração

O Grupo de Amigos do Museu da Pólvora Negra, adiante abreviadamente designado por GAMPN ou Associação, constitui-se como associação cultural de direito privado, sem fins lucrativos.

Artigo 2º

Filiações e associações

O GAMPN poderá filiar-se ou associar-se a entidades congéneres, nacionais ou internacionais, desde que possuam objectivos semelhantes ou convergentes.

Artigo 3º

Sede Social

O GAMPN tem a sua sede no Museu da Pólvora Negra, na Fábrica da Pólvora de Barcarena, Estrada das Fontainhas, 2745 - 615 Barcarena, Concelho de Oeiras em instalações do Município de Oeiras, podendo, por deliberação da Assembleia-Geral, deslocar ou transferir a sua sede ou criar quaisquer formas de representação em território nacional.

Artigo 4.º

Duração

O GAMPN durará por tempo indeterminado.

Artigo 5º

Missão e objectivos

•1.  A missão do GAMPN de acordo com a Secção II, Artigo 20º do Regulamento do Museu da Pólvora Negra, consiste em apoiar e colaborar com o Museu da Pólvora Negra na salvaguarda do património histórico nacional, com particular atenção ao da extinta Fábrica da Pólvora de Barcarena e do Concelho de Oeiras; no enriquecimento, valorização e conservação do seu acervo, bem como projectar a imagem e actividades do Museu da Pólvora Negra, local, nacional ou internacionalmente.

•2.  No âmbito desta missão, o GAMPN propõe-se aos seguintes objectivos:

•a)  Prestar assessoria e apoio ao Museu da Pólvora Negra sempre que estes forem solicitados;

•b)  Promover e apoiar a aquisição de objectos ou documentos que possam contribuir para a valorização do acervo do Museu da Pólvora Negra;

•c)  Incentivar as doações ao Museu da Pólvora Negra de objectos ou documentos que possam valorizar o acervo deste Museu;

•d)  Promover e apoiar a conservação e restauro de espaços e do acervo do Museu da Pólvora Negra;

•e)  Promover a investigação em áreas de interesse relacionadas com a actividade do Museu da Pólvora Negra;

•f)   Promover e organizar conferências, cursos, congressos, exposições e outros eventos de interesse pedagógico e divulgativo da actividade do Museu da Pólvora Negra;

•g)  Proceder à edição de documentação ou publicações, em qualquer tipo de suporte, que se identifiquem com a vocação do Museu da Pólvora Negra e que sejam a expressão das suas actividades ou das do próprio GAMPN;

•h)  Promover a cooperação com outros Museus, seus Grupos de Amigos e demais entidades Públicas ou Privadas, com vista ao enriquecimento, valorização e conservação do seu acervo, bem como à valorização cultural dos associados do GAMPN e do público em geral.

 

CAPÍTULO II

Dos Associados

Artigo 6º

Associados

Podem ser associados do GAMPN todas as pessoas singulares e as pessoas colectivas de natureza pública, cooperativa ou privada, que manifestem interesse em colaborar no cumprimento da missão do GAMPN e na realização dos seus objectivos, que se proponham para esse efeito, mediante proposta dirigida à Direcção do GAMPN.

Artigo 7º

Tipo de associados

1. Os associados do GAMPN distribuem-se pelas seguintes categorias:

•§  Fundadores;

•§  Efectivos;

•§  Honorários;

•§  Correspondentes;

•§  Mérito.

2. Em sede de Assembleia-Geral, os associados, sejam fundadores, efectivos, honorários ou de mérito, pessoas singulares ou pessoas colectivas, têm direito ao exercício de apenas um voto.

Artigo 8º

Associados fundadores

•1.  São associados fundadores os associados que outorgarem a escritura de constituição do GAMPN, bem como os que a ela aderirem nos trinta dias posteriores à data da escritura, por convite dos corpos gerentes provisórios.

•2.  Os associados fundadores estão sujeitos a todos os direitos e obrigações dos associados efectivos.

 

 

Artigo 9º

Associados efectivos

Os associados efectivos serão admitidos por deliberação da Direcção e estão sujeitos ao pagamento de jóia de inscrição e de uma quota anual.

Artigo 10º

Associados honorários

•1.  São associados honorários as entidades, públicas ou individuais, que, pelo trabalho desenvolvido em áreas convergentes com os objectivos do GAMPN ou afins, se revelem como uma mais valia para o GAMPN, e cuja admissão seja aprovada pela Assembleia-Geral, sob proposta da Direcção.

•2.  Os associados honorários estarão isentos de pagamento de jóia de inscrição e de quota anual.

Artigo 11º

Associados correspondentes

 

•1.  São associados correspondentes os associados que, pelo facto de não residirem em território nacional, independentemente da sua nacionalidade, não pretendam comparecer a reuniões, Assembleias gerais ordinárias ou extraordinárias, estando contudo interessados em colaborar no cumprimento dos objectivos do GAMPN e que, pelas suas áreas de interesse e até pela sua localização geográfica, possam revelar-se elementos importantes para o cumprimento dos respectivos objectivos.

•2.  Os associados correspondentes serão admitidos por deliberação da Direcção.

•3.  Os associados correspondentes estarão isentos de jóia de inscrição, ficando no entanto sujeitos ao pagamento da quota anual.

•4.  Os associados correspondentes não podem exercer direito de voto em Assembleias-gerais ordinárias ou extraordinárias.

•5.  Os associados correspondentes podem integrar os Grupos de Trabalho nomeados pela Direcção.

 

Artigo 12º

Direitos dos Associados

  1. São direitos dos associados fundadores:
    1. Eleger e ser eleito para os órgãos associativos;
    2. Participar nas actividades do GAMPN;
    3. Solicitar esclarecimentos sobre o funcionamento do GAMPN;
    4. Propor à Direcção do GAMPN novos associados;
    5. Beneficiar de entrada gratuita no Museu da Pólvora Negra e receber toda a informação documental emanada do Museu da Pólvora Negra e do GAMPN.

São direitos dos associados efectivos:

    1. Eleger e ser eleito para os órgãos associativos;
    2. Participar nas actividades do GAMPN;
    3. Solicitar esclarecimentos sobre o funcionamento do GAMPN;
    4. Propor à Direcção do GAMPN novos associados;
    5. Beneficiar de entrada gratuita no Museu da Pólvora Negra e receber toda a informação documental emanada do Museu da Pólvora Negra e do GAMPN.
  1. São direitos dos associados honorários:
    1. Participar nas actividades do GAMPN;
    2. Solicitar esclarecimentos sobre o funcionamento do GAMPN;
    3. Propor à Direcção do GAMPN novos associados;
    4. Beneficiar de entrada gratuita no Museu da Pólvora Negra e receber toda a informação documental emanada do Museu da Pólvora Negra e do GAMPN.
  2. São direitos dos associados correspondentes:
    1. Participar nas actividades do GAMPN;
    2. Solicitar esclarecimentos sobre o funcionamento do GAMPN;
    3. Propor à Direcção do GAMPN novos associados;
    4. Beneficiar de entrada gratuita no Museu da Pólvora Negra e receber toda a informação documental emanada do Museu da Pólvora Negra e do GAMPN.
  3. Tendo em conta que o associado de mérito é uma distinção atribuída pela Direcção e aprovada em Assembleia-Geral, que poderá recair sobre as diferentes categorias de associados do GAMPN, estes associados conservam os deveres e direitos correspondentes da categoria de associado que possuem, sendo isentos do pagamento da quota anual.

 

 

Artigo 13º

Deveres dos Associados

São deveres dos associados:

•a)  Prestar ao GAMPN toda a colaboração necessária para a execução dos seus objectivos e actividades;

•b)  Cumprir e fazer cumprir todas as normas estatutárias e regulamentares, bem como as deliberações dos órgãos sociais do GAMPN;

•c)  Desempenhar com zelo todos os cargos sociais para que forem eleitos;

•d)  Honrar a sua qualidade de associado e defender a dignidade do GAMPN e o prestígio do Museu da Pólvora Negra;

•e)  Pagar pontualmente as suas quotas, de acordo com o estabelecido nos presentes estatutos e nas deliberações aprovadas pelos órgãos sociais do GAMPN.

Artigo 14º

Perda de qualidade de associado

•1.  A qualidade de Associado perde-se por:

•a)  Desejo do próprio, comunicado por escrito ao Presidente da Direcção, sem prejuízo do pagamento integral da anuidade em curso;

•b)  Incumprimento das obrigações estatutárias;

•c)  Comportamento que coloque em causa o bom-nome e a dignidade do GAMPN;

•d)  Falta de pagamento das quotizações durante um ano, ou durante o período que, para além deste, for estabelecido pela Direcção;

•2.  A perda de qualidade de Associado, pelos motivos indicados nas alíneas b) e c) do número anterior, é determinada por deliberação da Assembleia-Geral, mediante proposta fundamentada da Direcção.

 

CAPÍTULO III

Dos Órgãos da Associação

Artigo 15º

Órgãos do GAMPN

 

São órgãos do GAMPN:

•a)  Assembleia-Geral;

•b)  Direcção;

•c)  Conselho Fiscal.

Artigo 16.º

Eleição dos Órgãos Sociais

•1.  Compete à Assembleia-Geral eleger a respectiva Mesa, a Direcção e o Conselho Fiscal.

•2.  A Assembleia-Geral procederá à eleição dos órgãos sociais através de listas plurinominais que deverão mencionar os nomes e os respectivos cargos, devendo, no caso de pessoas colectivas, ser indicado o representante destas.

•3.  As listas serão apresentadas ao presidente da Mesa da Assembleia-Geral até 60 dias antes da sessão em que tiver lugar a eleição.

Artigo 17º

Assembleia-Geral

•1.    A Assembleia-Geral é constituída por todos os associados no pleno gozo dos seus direitos, reunidos mediante convocatória.

•2.    A Mesa da Assembleia-Geral é constituída por um Presidente e dois Secretários, eleitos directamente em Assembleia-Geral por um período de três anos.

 

Artigo 18º

Competências da Assembleia-Geral

Compete à Assembleia-Geral deliberar sobre todos os assuntos que não sejam da competência específica dos outros órgãos do GAMPN.

 

Artigo 19º

Assembleias-gerais Ordinárias

A Assembleia-Geral reúne em duas sessões ordinárias:

  1. Até ao dia 31 de Março de cada ano, onde fará obrigatoriamente parte da ordem de trabalhos:
    1. A apreciação e aprovação do Relatório e Contas da Direcção e respectivo Parecer do Conselho Fiscal, relativos ao ano anterior, bem como do Orçamento para o ano corrente;
    2. A deliberação sobre quaisquer propostas que, nos termos estatutários, lhe sejam presentes e constem ou se insiram na Ordem de Trabalhos.
  2. Até ao dia 15 de Dezembro de cada ano, onde fará obrigatoriamente parte da ordem de trabalhos:
    1. Apresentação e discussão das Actividades do ano corrente;
    2. Apresentação, discussão e aprovação do Plano de Actividades para o ano seguinte;
    3. Estabelecer, sob proposta da Direcção, o valor anual das quotas e respectivos prazos de pagamento.

Artigo 20º

Assembleias-gerais Extraordinárias

A Assembleia Geral reúne extraordinariamente sempre que solicitada ao seu Presidente pela Direcção ou Conselho Fiscal, ou quando requerida por vinte por cento dos associados na plenitude dos seus direitos, devendo constar da solicitação ou requerimento o ou os assuntos a debater e o motivo do pedido de convocatória, devendo a reunião realizar-se dentro do prazo de 45 dias a contar da data do pedido ou do requerimento para tanto apresentados.

Artigo 21º

Funcionamento da Assembleia-Geral

•1.  A Assembleia-Geral é convocada pelo Presidente da Mesa, por meio de aviso postal, endereçado a cada um dos associados para a morada respectiva, com a antecedência mínima de oito dias e máxima de trinta dias, dando conta do dia, hora e o local da reunião, bem como da respectiva Ordem de Trabalhos.

•2.  Em primeira convocatória, a Assembleia-Geral não poderá funcionar sem a presença de, pelo menos, metade dos associados, podendo, porém, em segunda convocatória, funcionar com qualquer número.

•3.  Qualquer associado pode fazer-se representar por outro, mediante comunicação por escrito dirigido ao Presidente da Mesa e recebida até ao dia da sessão, a qual será válida para uma única Assembleia, quer se efectue em primeira, quer em segunda convocatória.

•4.  Salvo disposição legal ou estatutária em contrário, as deliberações da Assembleia-Geral serão tomadas por maioria absoluta dos associados presentes ou representados.

•5.  As deliberações sobre a extinção da Associação exigem o voto favorável de três quartos do número total de Associados.

•6.  As deliberações sobre alterações aos estatutos exigem o voto favorável de três quartos dos associados presentes.

•7.  De cada reunião deve ser lavrada acta em livro próprio, a qual será assinada pelos membros que compõem a Mesa, cabendo-lhes igualmente verificar as presenças dos associados e registá-las em livro próprio.

 

Artigo 22º

Direcção

A Direcção é o órgão de administração do GAMPN, com poderes de representação, gerência e orientação de toda a sua actividade, sendo constituída por um Presidente, um Secretário-geral, um Tesoureiro e dois Vogais, sendo o seu mandato de três anos.

Artigo 23º

Competências da Direcção

•1.    Compete à Direcção praticar todos e quaisquer actos relativos à gestão do GAMPN, nos termos dos Estatutos ou de acordo com poderes conferidos por deliberação expressa da Assembleia-Geral.

•2.    Compete-lhe, nomeadamente:

•a)   Representar e administrar a Associação;

•b)   Elaborar e propor o Programa de Actividades e o Orçamento para o ano seguinte e dar-lhe execução após a aprovação em Assembleia-Geral;

•c)   Elaborar o Relatório Anual e as Contas do Exercício e submetê-los à aprovação da Assembleia-Geral, após parecer do Conselho Fiscal;

•d)   Gerir o património social;

•e)   Estabelecer contactos e acordos de cooperação ou associação com outras entidades e dar-lhes a respectiva execução;

•f)Admitir associados e propor a sua demissão ou suspensão à Assembleia-Geral;

•g)   Propor à Assembleia-Geral a atribuição da qualidade de Sócio de Mérito a associados ou a de Sócio honorário;

•h)   Propor à Assembleia-Geral o valor da quota anual;

•i) Constituir Grupos de Trabalho para a concretização de objectivos específicos no âmbito das actividades do GAMPN

•j) Convidar pessoas para execução de tarefas inerentes à concretização dos objectivos do GAMPN em regime de voluntariado ou remuneradas, formalizado por meio de acordo a estabelecer entre as partes envolvidas e com o conhecimento do MPN/CMO. 

•k)   Propor à Assembleia-Geral alterações aos estatutos;

•l) Representar o GAMPN nas suas relações com associações e grupos congéneres dando disso conhecimento ao MPN/CMO.

Artigo 24º

Funcionamento da Direcção

  1. Para obrigar o GAMPN são necessárias as assinaturas conjuntas do Presidente e de outro membro da Direcção.
  2. Para a prática de certos actos de gestão corrente do GAMPN poderão ser delegados os poderes necessários no Presidente ou noutros membros da Direcção.
  3. A Direcção reúne com a periodicidade adequada à boa gestão da actividade do GAMPN e sempre que para tal seja convocada pelo seu Presidente ou, na falta deste, por qualquer um dos seus membros, devendo, por cada reunião, ser lavrada uma acta, assinada por todos os que nela tenham participado.
  4. A Direcção poderá deliberar sempre que estiverem presentes mais de metade dos seus membros, devendo essas deliberações ser tomadas por maioria de votos dos titulares presentes, tendo o Presidente, além do seu voto, direito a voto de desempate.
  5. O Presidente, nos seus impedimentos, será substituído pelo Secretário-geral.

Artigo 25º

Conselho Fiscal

A fiscalização da actividade da Associação compete a um Conselho Fiscal, constituído por um Presidente, um Secretário e um Vogal, eleitos pela Assembleia-Geral por um período de três anos.

Artigo 26º

Competências do Conselho Fiscal

Compete ao Conselho Fiscal:

  1. Fiscalizar os actos da Direcção e examinar a contabilidade com regular periodicidade:
  2. Dar parecer, em tempo, sobre o Relatório e Contas da Direcção, referentes ao ano anterior;
  3. Assistir, por iniciativa própria ou sempre que convocado, às reuniões da Direcção, sem direito a voto.

 

CAPÍTULO V

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Liga de Amigos do Museu Nacional Machado de Castro

 

AMIC - Liga de Amigos do Museu Nacional Machado de Castro

Dr. José Rodrigues

Museu Nacional Machado de Castro

3000-236 Coimbra

 

AMIC – Corpos Sociais

 

Mesa da Assembleia Geral

 

Presidente: Manuel Augusto Soares Machado

Vice-Presidente: Ana Botelho

Secretário: Maria da Glória Rodrigues

 

Direcção:

 

Presidente: Ana Paula Martins Sobral

Vice-Presidente: António Luís Cerdeira Coelho e Silva

Primeiro Secretário: Manuela Fernanda Mota Pinto

Segundo Secretário: Luís Filipe Gens Moura Ramos

Tesoureiro: Isabel Maria Castanheira Monteiro

 

Conselho Fiscal

 

Presidente: Pedro Maranha

Secretário: Andrea Cabral Homem

Relator: Célia Cravo

 

Suplentes: Elsa Machado e António Cabral de Oliveira

 

 

 

Estatutos da AMIC

 

Liga de Amigos do Museu Nacional Machado de Castro

 

ESTATUTOS

 

Texto extraído da escritura lavrada em 19/10/2001 no 3º Cartório Notaria de Coimbra e aí arquivada de fls. 125 a 127 do Livro nº 511-C das Notas.

 

Capítulo I

 

Denominação, Sede e Objectivo

 

Artigo 1º

 

A Associação adopta a denominação AMIC – Liga de Amigos do Museu Nacional Machado de Castro, abreviadamente designada AMIC.

 

Artigo 2º

 

A AMIC tem a sua sede em Coimbra, no Museu Nacional Machado de Castro, no Largo Dr. José Rodrigues, freguesia de Sé Nova.

 

Artigo 3º

 

A sua duração é por tempo indeterminado.

 

Artigo 4º

 

A AMIC tem por objectivo a promoção e organização de actividades de intervenção e divulgação cultural e artística; o apoio a estudos, publicações e cursos de formação que sejam expressão das actividades culturais e artísticas do Museu e da Comunidade.

 

Para a prossecução do seu objectivo, a AMIC procurará:

 

1.Estimular o interesse pelo Museu e ajudar à sua compreensão como centro vivo de cultura;

 

2.Procurar novas formas de comunicação com os diversos públicos e a população local;

 

3.Defender o ambiente urbano em que o Museu está inserido; 4.Colaborar com o Museu na organização de cursos de sensibilização para a arqueologia e a conservação;

 

4.Apoiar estudos e publicações que divulguem os monumentos e as colecções à guarda do Museu ou sejam expressão da sua actividade;

 

5.Cooperar com associações e outras instituições, em tudo o que seja consentâneo com o fim da Associação;

 

6.Promover todos os meios que contribuam para a valorização cultural dos seus associados, orientada para a formação contínua de professores em todas as áreas disciplinares e para a intervenção cultural e formativa na comunidade e na Escola.

 

Capítulo II

 

Dos Associados Artigo 5º A AMIC tem sócios efectivos e honorários. Podem associar-se à AMIC os professores, os investigadores e outros cidadãos empenhados na preservação e desenvolvimento da cultura e da civilização humanas, numa perspectiva universalista e de educação para a cidadania.

 

1.A admissão de sócios far-se-á mediante deliberação da Direcção, sob proposta de um sócio efectivo;

 

2.Pode ser sócia da AMIC qualquer pessoa singular ou colectiva.

 

Artigo 6º

 

1.Designam-se sócios efectivos os que colaboram efectivamente na vida da AMIC e se empenham na consecução dos seus objectivos;

 

2.Só os sócios efectivos gozam de todos os direitos consignados nestes Estatutos.

 

Artigo 7º

 

Constituem direitos dos vários sócios efectivos:

 

1.Propor iniciativas que visem alcançar os objectivos da Associação;

 

2.Votar e ser votado em eleições para os Órgãos da Associação;

 

3.Requerer a convocação extraordinária da Assembleia Geral, justificando os motivos que a determinam.

 

Artigo 8º

 

Os sócios efectivos contribuem com a quota anual a fixar em Assembleia Geral e estão sujeitos às demais obrigações previstas nestes Estatutos.

 

Artigo 9º

 

Designam-se sócios honorários os que por actos de elevada generosidade e significativa dedicação contribuam para enriquecimento das colecções e prestígio do Museu.

 

Artigo 10º

 

Deixa de ser sócio da AMIC todo aquele que solicitar expressamente à Direcção ou que por ela for excluído por contrariar os objectivos expressos nestes Estatutos.Capítulo III

 

Dos Órgãos Sociais

 

Artigo 11º

 

São Órgãos da AMIC a Assembleia Geral, Direcção e Conselho Fiscal.

 

Artigo 12º

 

A Assembleia Geral é composta por todos os sócios efectivos no gozo dos seus direitos e presidida por uma mesa.

 

Artigo 13º

 

A Assembleia Geral terá sessões ordinárias e extraordinárias.

 

1.As ordinárias realizar-se-ão em Janeiro de cada ano e destinam-se à eleição dos corpos sociais, quando for o caso disso, e à aprovação do relatório e contas;

 

2.As extraordinárias realizar-se-ão a todo o tempo por iniciativa da Mesa, a requerimento da Direcção ou ainda um décimo dos sócios efectivos.

 

Artigo 14º

 

Se, à hora designada na convocatória, não estiverem reunidos mais de metade dos sócios efectivos, a Assembleia Geral funcionará trinta minutos depois, seja qual for o número, devendo o facto ser mencionado na convocatória.

 

Artigo 15º

 

1.A Assembleia Geral, salvo o disposto nos números seguintes, delibera por maioria absoluta dos votos dos associados presentes;

 

2.A deliberação sobre alteração dos estatutos, exige o voto favorável de três quartos do número de associados presentes;

 

3.A deliberação sobre a dissolução requer o voto favorável de três quartos do número de todos os sócios.

 

Artigo 16º

 

Compete à Assembleia Geral:

 

1.Eleger a Mesa da Assembleia, a Direcção e o Conselho Fiscal;

 

2.Aprovar o Regulamento Interno;

 

3.Discutir e aprovar quaisquer alterações estatutárias;

 

4.Deliberar sobre a dissolução da Associação fixando o destino a dar ao seu património;

 

5.Apreciar e votar o Relatório e Contas de cada ano social, apresentados pela Direcção, ouvido o parecer do Conselho Fiscal.

 

Artigo 17º

 

A Mesa da Assembleia Geral é constituída por um Presidente, um Vice-Presidente e um Primeiro Secretário efectivo.

 

Artigo 18º

 

A Direcção da AMIC é constituída por um presidente, um Vice-Presidente, um Primeiro Secretário, um Segundo Secretário e um Tesoureiro.

 

Artigo 19º

 

O Conselho Fiscal é constituído por um Presidente, um Secretário e um Relator.

 

Capítulo IV Das Eleições

 

Artigo 20º

 

1.A eleição dos titulares dos órgãos faz-se por escrutínio secreto no mês de Janeiro mediante a apresentação de listas;

 

2.As listas deverão ser subscritas por um número mínimo de dez associados efectivos e apresentadas até quinze dias antes da data da eleição.

 

Artigo 21º

 

O mandato dos órgãos sociais é de três anos.

 

Artigo 22º

 

Os membros cessantes de qualquer órgão social exercerão as suas funções até à posse dos novos elementos.

 

Capítulo V

 

Disposições Finais

 

Artigo 23º

 

A Associação poderá filiar-se em organizações que, pelo seu carácter e âmbito, possam garantir a sua projecção e dinâmica.

 

Artigo 24º

 

O ano social coincide com o ano civil.

 

Artigo 25º

 

No que estes Estatutos forem omissos rege o Regulamento Interno e na falta de regulamentação deste, a Lei Geral. Sem prejuízo de qualquer forma de divulgação, a convocatória das sessões da Assembleia Geral é remetida por aviso postal a cada associado com a antecedência mínima de oito dias, nela se mencionando o dia, hora e local e respectiva ordem de trabalhos

 

 

 

 

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Liga dos Amigos do Museu de Lamego

 


 
 

Museu de Lamego

Largo de Camões

5100-147 Lamego

 

amigosmuseulamego@gmail.com  

 

 

 

 

Honorary Members

 

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Maria de Vasconcellos e Sousa

Associado Honorário Nº 1

Assembleia Geral de 17-11-1995

GRUPO DE AMIGOS DO MUSEU NACIONAL DE ARTE ANTIGA

 

 

 

Meritorious Members

 

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Isabel Silveira Godinho

Assembleia Geral de 25-06-1999

 

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António Xavier de Lima - Empreendimentos

Assembleia Geral de 12-10-2002

 

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Fundação Banco Comercial Português

Assembleia Geral de 12-10-2002

 

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Margarida Benito Garcia

Assembleia Geral de 19-05-2005

 

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Estoril Sol

Assembleia Geral de 19-05-2005

 

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Metropolitano de Lisboa

Assembleia Geral de 08-06-2007

 

 
Federação de Amigos dos Museus de Portugal - FAMP
Museu Nacional dos Coches - Picadeiro Real, Praça Afonso de Albuquerque, 1300-004 Lisboa
e-Mail: famp2010@gmail.com